Lembro de ter citado em meu relatório uma professora do ensino fundamental e eis que semana passada a encontro na rua!! Abaixo segue uma historinha que escrevi a seu respeito no trabalho de didática:
Janete. Esse era o nome da minha professora de história. Ela me marcou porque chegava em sala e , enquanto comia uma maçã/pêra embrulhada num papel alumínio, pedia para um aluno ler o capítulo do livro em voz alta. Lembro-me até hoje dela pedindo para o Rodrigo Marins (amigo de sala) ler o livro. Toda aula era a mesma ladainha. No final ela dizia: "quer moleza?? Senta num pudim de murango!!" Isso durou da 5ª até a 8ª série. Cheguei no ensino médio e me ferrei em história...
domingo, 25 de novembro de 2007
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Instruções para chorar
"Deixando de lado os motivos, atenhamo-nos à maneira correta de chorar, entendendo por isto um pranto que não ingresse no escândalo, nem que insulte o sorriso com sua paralela e torpe semelhança. O pranto médio ou ordinário consiste em uma contração geral do rosto e um som espasmódico acompanhado de lágrimas e mocos, estes últimos ao final, pois o pranto se acaba no momento em que se assoa o nariz energicamente. Para chorar, dirija a imaginação para si mesmo, e se isto resulta-lhe impossível por haver contraído o hábito de crer no mundo exterior, pense em um pato coberto de formigas ou em esses golfos do estreito de Magalhães em que não entra ninguém, nunca. Chegado o pranto, se tapará com decoro o rosto usando ambas as mãos com a palma voltada para dentro. As crianças chorarão com a manga da camisa contra a cara, e de preferência em um canto do quarto. Duração média do pranto, três minutos. "
Julio Cortázar
Aproveito meu momento de maluquice para pôr aqui no blog um texto do livro " Histórias de Cronópios e de Famas" de Cortázar ( que adoro!).
Abaixo segue uma rápida história sobre quem foi o autor:
Julio Florencio Cortázar (Bruxelas, 26 de agosto de 1914 - Paris, 12 de fevereiro de 1984).
Belga de pais argentinos, voltou à Argentina aos quatro anos de idade. Formou-se professor e lecionou em algumas cidades do interior do país, inclusive na Universidade de Cuyo, mas renunciou ao cargo quando Juan Domingo Perón assumiu a presidência. Em 1951, Cortázar partiu para Paris, onde trabalhou como tradutor da Unesco e viveu até a sua morte, por Leucemia, em 1984. Foi enterrado no Cemitério de Montparnasse.
Seu livro mais conhecido é o romance O Jogo da Amarelinha (1963). No entanto, a maior parte de sua obra é composta de contos, reunidos em livros como Bestiário (1951), Final de Jogo (1956), Todos os Fogos o Fogo (1966) e As Armas Secretas (1959), para citar apenas alguns.
Cortázar inspirou um grande número de cineastas, entre eles o italiano Michelangelo Antonioni, cujo longa-metragem Blow-up foi baseado no conto As Babas do Diabo (do livro As Armas Secretas).
Julio Cortázar
Aproveito meu momento de maluquice para pôr aqui no blog um texto do livro " Histórias de Cronópios e de Famas" de Cortázar ( que adoro!).
Abaixo segue uma rápida história sobre quem foi o autor:
Julio Florencio Cortázar (Bruxelas, 26 de agosto de 1914 - Paris, 12 de fevereiro de 1984).
Belga de pais argentinos, voltou à Argentina aos quatro anos de idade. Formou-se professor e lecionou em algumas cidades do interior do país, inclusive na Universidade de Cuyo, mas renunciou ao cargo quando Juan Domingo Perón assumiu a presidência. Em 1951, Cortázar partiu para Paris, onde trabalhou como tradutor da Unesco e viveu até a sua morte, por Leucemia, em 1984. Foi enterrado no Cemitério de Montparnasse.
Seu livro mais conhecido é o romance O Jogo da Amarelinha (1963). No entanto, a maior parte de sua obra é composta de contos, reunidos em livros como Bestiário (1951), Final de Jogo (1956), Todos os Fogos o Fogo (1966) e As Armas Secretas (1959), para citar apenas alguns.
Cortázar inspirou um grande número de cineastas, entre eles o italiano Michelangelo Antonioni, cujo longa-metragem Blow-up foi baseado no conto As Babas do Diabo (do livro As Armas Secretas).
domingo, 4 de novembro de 2007
A primeira vez a gente nunca esquece.....
Postei aquela foto e nem me expliquei....Comecei a dar aulas de espanhol esse ano e confesso que fiquei apavorada ao me deparar com uma sala cheia de crianças gritando, brigando, enfim, quase pulando pela janela. Mas agora, que elas estão mais calmas e eu mais experiente (hohoho...), vi o quanto é legal lecionar. Várias vezes cheguei cansada no Cap ( pego 2 ônibus e levo 1h30min ), cheia de textos pra ler, mas, qndo começava a aula, ria tanto que esquecia de tudo, até de ler os textos hahahahah. Tá, essa não teve graça. Se o tempo melhorar eu posto uma foto deles aqui. Tá choveeeendo.... na tua casa tá chovendo tb??Aqui tá mas só no quarto. Na sala faz sol e na cozinha tá nublaaado....acho que esqueceram alguma coisa no fogo. Voltando à chuva, como eu dizia na infância: " tá chovendo granito". Ê....lê lê.
Ps¹: "Hohoho.." que risada bizarra que eu escrevi. Ih!! lembrei do natal. Não gosto desse consumismo natalino. As pessoas se alteram, ficam elétricas na ânsia de comprar, comprar e comprar. Eu não gosto disso. Quando pequena tinha medo de papai-noel. Coisa estranha. Eu gosto de mingau de fubá.
Ps²: Só pra explicar: dou aula de espanhol na Oficina de Espanhol do Cap/UERJ
Ps³: Eu adoro Ps!!!
Karina*
Ps¹: "Hohoho.." que risada bizarra que eu escrevi. Ih!! lembrei do natal. Não gosto desse consumismo natalino. As pessoas se alteram, ficam elétricas na ânsia de comprar, comprar e comprar. Eu não gosto disso. Quando pequena tinha medo de papai-noel. Coisa estranha. Eu gosto de mingau de fubá.
Ps²: Só pra explicar: dou aula de espanhol na Oficina de Espanhol do Cap/UERJ
Ps³: Eu adoro Ps!!!
Karina*
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Ah...as rimas...
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